Meditação no século XXI



































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Em 13 de julho de 2010 teremos a visita de Artur Zajonc, que estará conduzindo um seminário sobre "A Prática da Meditação no Século XXI".
       As práticas de meditação existem desde os tempos antigos da antiga cultura Indu, onde havia a prática da Yoga que existe até hoje, na qual através da respiração, o corpo vital do indivíduo era ativado para abrir-se às forças do cosmos. Naquela época, os corpos do ser humano eram plasmáveis e foram se modificando ao longo da evolução.

      Já a partir da 2ª época cultural, o corpo vital se liga mais profundamente com o corpo físico fazendo-se necessário outro tipo de iniciação através da transformação do corpo das emoções, ou corpo astral; o corpo etérico não se presta mais a essas metamorfoses. Esse trabalho vai se modificando na época Egípcia, Caldeia Babilônica ou Sumérica nas diversas escolas de mistério, até a época Greco-Romana (sec. 8 a.c. à 1413) quando o ser humano atingiu um grau de evolução que lhe permitiu desenvolver o pensamento lógico, e as escolas de filosofia na Grécia foram substituindo as antigas escolas de mistério, que já estavam decadentes.

       O desenvolvimento do pensamento humano continua por toda idade média, os grandes gnósticos são também filósofos, o platonismo e aristotelismo alcançam a Europa, em parte deturpada pelas tradições árabes, mas são resgatadas principalmente pelos escoláticos.
Os místicos da Idade Média fazem a purificação do astral pela "Imitati o Christi" com os sete passos desde a lavagem dos pés até a ressurreição.

      A corrente Rosa Cruz se inicia no século XIV inaugurando outra corrente cristã esotérica. No começo do século XX, Rudolf Steiner descreve todo um caminho de iniciação para o homem moderno, na época da alma da consciência, para fortalecimento do seu pensar, sentir e querer, com possibilidade da ampliação da consciência para a cognição imaginativa, inspirativa e intuitiva.

      O nosso cérebro e o nosso corpo astral continuam num contínuo processo de transformação. Através de exercícios de percepção, concentração e meditação, esta transformação é mais rápida no sentido da ampliação da consciência e sabe-se também por pesquisas da neurofisiologia, que através desses exercícios, assim como também exercícios de coordenação motora, existe uma neuroplasticidade, e que se formam novas sinapses nervosas, e mesmo formação de substâncias nervosas. Portanto, essas práticas são importantes para contrapor e prevenir os prejuízos da nossa civilização moderna, com todo o stress e aceleração de nossa época. Mesmo as doenças degenerativas do Sistema Nervoso podem ser prevenidas e consideravelmente melhoradas! A prática diária da meditação nos leva a desenvolver um pensamento mais global (ou imaginativo na linguagem de Steiner) e uma nova relação e percepção do mundo espiritual à nossa volta.


Arthur Zajonc
Professor de Física e Estudos Interdisciplinares no Amherst College.
Andromelon e diretor do Programa Acadêmico do Centro da Mente Contemplativa. Diretor de Programa Senior do Instituto Fedzer e co-fundador do Instituto Kira. Foi Secretário Geral da Sociedade Antroposófica na América e foi presidente da Associação Lindisfarne.
Serviu como coordenador científico e editor para vários diálogos com Dalai Lama, incluindo Venue Physics and Cosmologic em 1977 e publicado em 2004. Foi também moderador para o MIT Dialogue 2003, publicado como Dalai Lama no MIT 2006.
Dr. Zajonc também é autor do "Catching the Light" (1993 / 1995) e co-autor do "The Quantum Challenge" ( 2ª Edição 2005) e co-editor to "The Greatest Way of Science" (1998)

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Livres na Terceira Idade
Com que perspectivas e possibilidades existenciais se depara quem chega a casa dos 60 anos? Será que a partir de agora deve setir-se excluído de qualquer possível desenvolvimento individual social, sucumbindo aos temores da velhice? Enfocando justamente a faixa etária superior ano nono setênio - ou seja, aos 63 anos -, cada vezs mais ampla na humanidade moderna, Gudrun Burkhard descortina aqui um vasto panorama de realizações e capacidade libertadoras para quem já atingiu um patamar de um natural sentimento de "missão cumprida", tanto no âmbito profissional quanto, talvez, no familiar.
Tomar a Vida nas Próprias Mãos
Desvendar as leis do desenvolvimento biográfico é a proposta deste livro, não apenas no sentido do autoconhecimento individual, mas também como ajuda para a compreenção da vida de outras pessoas. Situar nossas biografias no contexto dos processos sociais é, ao mesmo tempo, uma consientização e um passo para realizações futuras.
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