Ambos propõem, cada um à sua maneira, um retorno a uma experiência mais integral do real, onde ver, pensar e compreender não são atividades separadas, mas momentos de um mesmo processo vivo.
Essa perspectiva não rejeita a razão, mas busca ampliá-la. O intelecto deixa de funcionar apenas como instrumento de análise e passa a atuar como órgão de percepção do vivo.